Estava em férias, contava uns nove anos. Nos reuníamos sempre na casa de uma amiga, ficávamos na piscina de sua casa, onde havia um trampolim. O bom era pular do trampolim ... éramos muitos ... pulávamos, corríamos de volta, mais uma vez, foi quando escorreguei e bati com a cabeça no trampolim, caí desacordada dentro da piscina, mas antes meu corpo inerte bateu ainda na borda da piscina. Todos estáticos ... meu irmão um ano e meio mais velho foi quem teve a iniciativa de não me deixar afogar.
Minha cabeça é uma caixinha de surpresas: Quando menos espero surge uma idéia: pequenina, simples, ingênua, fácil de lidar, indolor, construtiva, ... de repente toma corpo! cresce, cheia de ramificações, de vontade, de perigo e aí ...
segunda-feira, 31 de março de 2008
Trampolim!
Estava em férias, contava uns nove anos. Nos reuníamos sempre na casa de uma amiga, ficávamos na piscina de sua casa, onde havia um trampolim. O bom era pular do trampolim ... éramos muitos ... pulávamos, corríamos de volta, mais uma vez, foi quando escorreguei e bati com a cabeça no trampolim, caí desacordada dentro da piscina, mas antes meu corpo inerte bateu ainda na borda da piscina. Todos estáticos ... meu irmão um ano e meio mais velho foi quem teve a iniciativa de não me deixar afogar.
quinta-feira, 27 de março de 2008
terça-feira, 25 de março de 2008
não quero esperar o tempo
quero viver o tempo
a cada instante
é hoje que preciso abraçar
e sentir no meu corpo
abraços
é hoje que preciso beijar
e sentir nos meus lábios
amor
hoje eu necessito de você
alegre triste emburrado
gordo magro faminto
farto desanimado
forte fraco
seja o que for
simplesmente humano
de repente
de repente
de repente
de repente
acaba o tempo
claudia montenegro
quero viver o tempo
a cada instante
é hoje que preciso abraçar
e sentir no meu corpo
abraços
é hoje que preciso beijar
e sentir nos meus lábios
amor
hoje eu necessito de você
alegre triste emburrado
gordo magro faminto
farto desanimado
forte fraco
seja o que for
simplesmente humano
de repente
de repente
de repente
de repente
acaba o tempo
claudia montenegro
segunda-feira, 24 de março de 2008
domingo, 23 de março de 2008
Eu, uma margarida!

Fui margarida em uma festa escolar, um ano, talvez, mais velha desde o desastre da Cinderela. Éramos em muitas margaridas, das mais coloridas. A posição encontrada para caracterizar essa flor era a saia feita de pétalas que sobressaiam quando sentada com as pernas encolhidas, e o tronco e a cabeça, igualmente encolhidos, como que a fazer o seu miolo.
Não me recordo o que veio a ser a peça, mas nesse jardim de margaridas existia um Beija-Flor.
Vocês de repente já conhecem a claudia ... foi frustrante não ter sido Beija-Flor!
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